ECOS DO PASSADO: A CONSTRUÇÃO INTERTEXTUAL EM O CHALAÇA, DE JOSÉ ROBERTO TORERO

Autores

  • Camila Marcelina PASQUAL, Colégio Estadual do Paraná

Palavras-chave:

Intertextualidade; Literatura brasileira; Cânone literário; Crítica literária; Romance histórico.

Resumo

DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.22100445 

Este artigo analisa o diálogo intertextual entre o romance Galantes memórias e admiráveis aventuras do virtuoso conselheiro Gomes – o Chalaça, de José Roberto Torero, e Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. O objetivo é demonstrar que Francisco Gomes da Silva, protagonista da obra de Torero, adota o estilo machadiano. Primeiramente, o cânone literário é colocado no centro da discussão sobre a narrativa de Torero, que se inspira em Machado de Assis, observando-se também a ficcionalização de escritores, personagens e fatos históricos brasileiros. Para isso, toma-se como base o livro Altas temperaturas, de Leyla Perrone-Moisés, especialmente no que tange à crítica e à questão do cânone. Em seguida, realiza-se uma breve retrospectiva do conceito de intertextualidade e analisam-se trechos do romance de Torero, evidenciando como o autor recria e dialoga com a estética de Machado de Assis.

Biografia do Autor

Camila Marcelina PASQUAL,, Colégio Estadual do Paraná

Atua na área de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Doutora em Estudos Literários e, Pós-doutorado em Estudos Literários pela UFMG concluído em maio de 2022. E-mail: camila.pasqual@escola.pr.gov.br

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Publicado

25/08.2026

Como Citar

PASQUAL, C. M. ECOS DO PASSADO: A CONSTRUÇÃO INTERTEXTUAL EM O CHALAÇA, DE JOSÉ ROBERTO TORERO: . REVISTA PAIDEIA DO COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ , [S. l.], v. 28, n. 1, 2026. Disponível em: https://www.seer-ojs.pr.gov.br/index.php/paideia-cep/article/view/354. Acesso em: 26 ago. 2026.